Environmental Education- Florença- 13 de maio de 2026
Environmental Education- Florença- 13 de maio de 2026
Foi uma
atividade dinâmica, uma vez que ao fim de 10 minutos, os temas passaram por
todos os grupos para que cada um acrescenta-se outras medidas conforme a sua
realidade e cultura. Em jeito de súmula a formadora enumerou-os no quadro
referindo, também, os que não eram ecologicamente sustentáveis.
De seguida, fomos divididos em 3
grupos utilizando a aplicação goosechose e fomos para a rua realizar uma
espécie de peddy papper com várias tarefas como, por exemplo, realizar
vídeos em slow motion a cantar a canção My Heart Will Go On de
Celine Dion (com dramatismo) a colocar o lixo nos contentores; uma fotografia
vestidos de verde onde teríamos de ser um super herói do nosso planeta a
colocar resíduos em ecopontos específicos; encontrar uma loja de Comércio Justo
onde teríamos de dramatizar uma situação engraçada e fictícia entre alunos, onde um de nós
seriamos o professor a alertar, com os diversos produtos da loja, como deveriam
ser mais amigos do ambiente... Esta atividade além de desenvolver o nosso
sentido de orientação, pois tínhamos que encontrar os checkpoints espalhos
na cidade permitiu trabalhar o espírito de equipa e de grupo. Não deixa de ser
curioso, o ajuste necessário perante o facto da nossa equipa ser heterogénea
com diferentes personalidades, uns mais competitivos, outros mais calmos,
outros preferiram ter uma abordagem de execução de perfeição, ao revés da
rapidez. No final, tudo certo, já que todos superaram o desafio in loco.
De seguida, abordou-se outros
impactes ambientais mundiais das alterações climáticas explorando o site
Notre Dame Global Adptation Index. Assim, pesquisamos o Índice de Países da
Iniciativa de Adaptação Global de Notre Dame (ND-GAIN) de vários países. Trata-se de uma ferramenta
de medição que ajuda governos, empresas e comunidades a examinar os riscos
exacerbados pelas mudanças climáticas, como superpovoamento, insegurança
alimentar, infraestrutura inadequada e conflitos civis. Gratuito e de código
aberto, o Índice de Países utiliza 20 anos de dados em 45 indicadores para
classificar, anualmente, mais de 180 países atendendo ao seu nível de
vulnerabilidade e de prontidão para implementar com sucesso soluções de
adaptação.






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